Advocacia · 6 min de leitura

Como conseguir clientes na advocacia previdenciária

O seu próximo cliente nem sabe que tem direito. Quem explica primeiro, num vídeo curto, e responde rápido no WhatsApp fica com o caso.

Foto de Vinicius Simões, fundador da Hyper Marketing Vinicius Simões, fundador da Hyper ·
Um vídeo por tese, cada um com a sua campanha: auxílio-acidente, aposentadoria rural e salário-maternidade. Num escritório previdenciário, 970 conversas a R$ 6,43 cada

O método que a Hyper usa nos escritórios previdenciários: cada tese ganha o seu vídeo e a sua campanha.

Resposta curta: escolha uma tese por vez, como auxílio-acidente ou aposentadoria rural. Grave um vídeo curto explicando quem tem direito e anuncie no Instagram e no Facebook a partir de R$ 30 por dia. Pra quem teve o benefício negado, apareça no Google. E responda o WhatsApp em minutos, porque o segurado chama mais de um escritório.

O segurado não procura advogado. Ele nem sabe que tem direito

O previdenciário é diferente das outras áreas. Na trabalhista, a pessoa sabe que foi demitida. No previdenciário, muita gente tem direito e nunca ouviu falar dele.

Pense no pedreiro que quebrou a mão, colocou pino e voltou pra obra. Ele pode ter direito ao auxílio-acidente, pago junto com o salário. Mas ele não vai digitar "auxílio-acidente" no Google. Ele não sabe que isso existe.

O que ele faz é rolar o Instagram na hora do almoço. Quem aparece ali explicando o direito dele em 30 segundos ganha a conversa.

Existe um segundo tipo de segurado: o que recebeu a carta do INSS negando o pedido. Esse sabe que tem um problema. Ele pesquisa, com pressa.

Quem éO que faz no celularOnde você aparece
Tem direito e não sabe (auxílio-acidente, rural, salário-maternidade)Rola o Instagram e o FacebookAnúncio em vídeo
Teve o benefício negado ou cortadoPesquisa no GoogleAnúncio na busca e Google Meu Negócio
Conhece alguém que ganhouPergunta pro amigoIndicação de cliente satisfeito

Um vídeo por tese traz mais cliente que um perfil bonito

Os artigos que aparecem no topo do Google mandam fazer networking, escrever blog e postar todo dia. Tudo isso funciona. Só que leva meses, e o aluguel vence todo mês.

O atalho que a gente vê funcionar é mais simples: uma tese, um vídeo, uma campanha. Num escritório previdenciário atendido pela Hyper, o advogado gravou um vídeo pra cada tese: auxílio-acidente, aposentadoria rural e salário-maternidade.

970conversas no WhatsApp
R$ 6.236investidos em anúncio
R$ 6,43por conversa

Por que separar? Porque a mãe que teve filho sem carteira assinada não é o mesmo público do trabalhador da roça. Um anúncio que fala com todo mundo não fala com ninguém.

Separar também mostra qual tese traz conversa barata. Aí você põe mais dinheiro nela e corta a que não anda.

O vídeo não precisa de produtora. Precisa seguir cinco regras:

  1. Comece pela dor, não pelo nome do benefício"Sofreu acidente, ficou com sequela e voltou a trabalhar?" chama mais que "Auxílio-acidente: saiba mais".
  2. Diga quem tem direito em uma fraseA pessoa precisa se reconhecer antes do quinto segundo.
  3. De 20 a 45 segundosVídeo de um minuto e meio perde gente no meio do caminho.
  4. Você falando pra câmera, no celularSem estátua da Justiça, sem martelo, sem terno de formatura. O segurado confia em gente, não em logo.
  5. Termine mandando chamar no WhatsApp"Toca no botão e me manda a sua carta do INSS." Uma ação só.

No anúncio, deixe o público aberto: só idade e região. Quem filtra é o vídeo. O rural fala com quem trabalhou na roça, e o resto passa reto.

Pra quem teve o benefício negado, apareça no Google

Quem recebeu a negativa do INSS está com pressa e com medo de ficar sem renda. Ele digita "advogado INSS" com o nome da cidade. Você precisa estar ali.

Tem dois jeitos. O primeiro é de graça: o perfil no Google Meu Negócio, com endereço, horário, telefone e avaliações. É ele que põe o escritório no mapa.

O segundo é o anúncio no topo da busca. Aqui mora uma armadilha. Muita busca com "INSS" é de quem quer agendar perícia ou ver a data do pagamento. Essa pessoa clica, você paga, e ela nunca vai te contratar.

A saída é a palavra-chave negativa: uma lista de termos que o anúncio ignora. Comece com "meu inss", "agendamento", "telefone", "calendário", "extrato" e "senha".

A verba do anúncio e quem cuida dela são duas contas separadas. Explicamos as duas no artigo sobre tráfego pago para advogados.

O caso se perde no WhatsApp, não no anúncio

O segurado chama depois do trabalho, às 19h ou às 21h. Ele costuma mandar mensagem pra mais de um escritório. Quem responde primeiro pede os documentos e marca o horário.

Um escritório chegou na Hyper dizendo que anúncio não funcionava. A gente abriu a conta: 5 mil cliques e zero conversões registradas. Gente chamou. Ninguém sabia o que tinha acontecido depois.

Escritório A 19h02 · chama 19h04 · responde Consulta marcada Escritório B 19h02 · chama 9h · responde "Já fechei"
A mesma pessoa, chamando os dois escritórios na mesma hora. O anúncio foi igual. A resposta, não.

A primeira resposta não precisa resolver o caso. Precisa pedir o básico (a carta do INSS, o que aconteceu) e marcar um horário com o advogado.

Se ninguém pode responder à noite, alguma coisa precisa. Nos clientes da Hyper, quem faz isso é a Hyper IA: responde na hora, faz as primeiras perguntas e marca o horário. Ela não dá parecer. Quem fala de direito é o advogado.

O vídeo cansa. Troque antes que a conversa fique cara

Todo vídeo tem prazo de validade. As mesmas pessoas da sua região veem o mesmo anúncio dez vezes e param de reagir.

Numa conta que a Hyper acompanha, o mesmo criativo rodou meses sem troca. As conversas caíram de 567 para 263 por mês, com a mesma verba, em 7 meses. O anúncio não quebrou. Ele cansou.

A regra é ter três vídeos por tese rodando ao mesmo tempo e gravar um novo quando o custo por conversa começar a subir. Dez minutos de gravação por mês evitam pagar o dobro por cliente.

Junte tudo e o escritório previdenciário que cresce fica assim: um vídeo por tese, o Google pra quem foi negado, alguém respondendo às 19h e um número olhado toda segunda. Os outros caminhos, como indicação e parcerias, estão no artigo sobre como conseguir clientes na advocacia.

"A gente não precisa de mais seguidor. Precisa de um vídeo por tese e de alguém que responda às 19h."

A frase pra mandar pro seu sócio hoje.

Perguntas frequentes

Como captar clientes na advocacia previdenciária com pouco dinheiro?

Comece pelo perfil grátis no Google Meu Negócio e por uma tese só no Instagram e no Facebook, com R$ 30 por dia. Um vídeo gravado no celular já basta pra começar.

É melhor anunciar no Google ou no Instagram?

Depende de quem você quer achar. Quem não sabe que tem direito está no Instagram e no Facebook. Quem teve o benefício negado pesquisa no Google. A maioria dos escritórios previdenciários começa pelo vídeo no Instagram.

Parceria com sindicato e contador ainda funciona?

Funciona, e vale manter. Só que é indicação com outro nome: você não controla quando o próximo caso chega. Use a parceria junto com o anúncio, não no lugar dele.

Vale atender cliente de outras cidades?

Vale, se o escritório já atende online. Em cidade pequena o público do anúncio acaba rápido e a conversa fica cara. Abrir pro estado inteiro dá mais gente pra ver o vídeo.

Seu próximo cliente não sabe que tem direito. Alguém vai contar pra ele

A Hyper monta com você o roteiro de cada tese, cuida dos anúncios e da página, e a Hyper IA responde o WhatsApp na hora. Toda segunda você vê quantas conversas viraram contrato. A partir de R$ 1.397 por mês. Não gostou? Cancele em até 30 dias sem multa.

Chama no WhatsApp Ver o preço

Resposta na hora. A Hyper IA marca 40 minutos com o Vini.

Vinicius Simões no palco, com o logo da Hyper Marketing atrás
Vinicius Simões

Fundador da Hyper Marketing. Desde 2020 transformando cenários de centenas de empresas. Não trabalhamos com achismo, trabalhamos com números e objetivo!

Leia também